O diretor da ACD Group Edimar Mendes e também vice-presidente da Anfamoto ganhou destaque no jornal lembrando que para grande parte dos usuários, a motocicleta vai além de um meio de transporte.
Lider Representações está situada em Fortaleza/CE, atua no segmento de peças e acessórios para motocicletas em geral. Fundada em 2005, seu objetivo é construir relacionamentos duradouros, adquirir reconhecimento e credibilidade, comprometendo-se de forma ativa com o sucesso de nossos clientes e a satisfação de nossas representadas.
terça-feira, 29 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
VII Salão Nacional e Internacional das Motopeças reúne maiores empresas do setor
A menos de três meses para o início do VII Salão Nacional e Internacional das Motopeças, 100% dos estandes já foram comercializados.
A edição deste ano, que acontece de 1° a 4 de agosto no Expo Center Norte, em São Paulo, reunirá as maiores marcas e empresas do setor de motopeças e envolverá toda a cadeia produtiva do segmento, proporcionando novos negócios e importantes contatos profissionais.
Realizado a cada dois anos, o Salão Nacional e Internacional das Motopeças é o único do segmento com foco totalmente direcionado ao público de negócios: fabricantes, distribuidores, atacadistas, lojistas, reparadores e representantes do Brasil e de outros países. Assim, os empresários podem aprofundar seus esforços em conhecer novidades, estreitar relacionamentos e conquistar clientes.
Neste ano, o evento reunirá cem empresas expositoras, com mais de 200 marcas, em 96 estandes. São esperados cerca de 10 mil visitantes.
“Com estandes padronizados e um público exclusivamente envolvido com o assunto, o evento quer trazer ao empresário uma visão ampla de todas as novidades e informações que mexem diretamente com o seu negócio”, afirma Orlando Cesar Leone, presidente da Anfamoto (Associação Nacional dos Fabricantes e Atacadistas de Motopeças), que organiza o evento.
Uma das novidades desta edição é a disponibilização de dois auditórios anexos para que empresas possam realizar palestras, treinamentos e workshops com funcionários, equipes de vendas, clientes e fornecedores.
Fonte: Anfamoto
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Para ortopedistas, 16 anos é idade mínima para carona em motocicleta
O representante da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia –
SBOT na câmara temática sobre “Transporte de Crianças em Motocicleta”
defendeu a proibição de carona para crianças com menos de 16 anos. A
tese, que foi vencedora na reunião promovida pela Secretaria Municipal
de Transportes de São Paulo será encaminhada ao Congresso Nacional, onde
está sendo discutido o projeto de lei 6.401/99, do ex-deputado
professor Victorio Galli.
O então parlamentar quer mudar a legislação atual, que proíbe o transporte de menores de 7 anos de idade em motocicletas, motonetas e ciclomotores, elevando a idade para 11 anos, tese que não é aceita pelos ortopedistas.
Durante a reunião da ‘Câmara Temática de Saúde e Meio Ambiente no Trânsito’ o representante da SBOT, ortopedista pediátrico Miguel Akkari, justificou que não há argumentos técnicos para defender a liberação aos 11 anos, pois do ponto de vista médico “não há diferenças anatômicas importantes entre a criança de 7 e de 11 anos, ao contrário do que ocorre quando a idade é de 16 anos, na qual a estrutura esquelética já é bem próxima daquela do adulto”.
Para Akkari, não há sentido em liberar uma criança de 11 anos para
ser carona no veículo que mais se envolve em acidentes no Brasil, no
momento em que as autoridades de trânsito procuram, em trabalho conjunto
com as sociedades médicas, encontrar formas de minorar o número de
mortes em acidentes com motocicletas, aumentando o nível de segurança de
veículos em duas rodas.
O aumento do número de acidentes envolvendo motocicletas é tão
grande, no Brasil, que preocupa a Organização Mundial da Saúde, cuja
representante, Mercedes Maldonado, recentemente lembrou que com uma
frota mais reduzida que a de automóveis, as motos já representam 16% dos
acidentes no País. Outro problema é a gravidade desses acidentes que,
segundo depoimento de Mauro Ribeiro, da Associação Brasileira de
Medicina de Tráfego, fez com que em algumas localidades o índice de
mortes em acidentes com motos passe a representar mais de 50% dos
óbitos.
Outro levantamento, feito entre 2004 e 2008, justamente quando a
frota de motos passou a crescer em maior velocidade, indica 6.700 mortes
anuais de motociclistas, ao passo que outra estatística mostra que o
total de mortes de motoristas de motos cresceu 2.000% em 16 anos.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
A função Vela de Ignição
A função da ignição de vela é conduzir a corrente elétrica de maneira totalmente isolada para o interior da câmara de combustão convertendo-a em uma centelha, assegurando assim, uma queima ideal dda mistura ar/ combustível para a locomoção do veículo. No entanto, apesar de simples, as velas de ignição agregam tecnologia de ponta, que evplui e só sofistica unto com a indústria automativa.O seu perfeito desempenho está diretamente ligado ao rendimento do moto ao rendimento do motor, níveis de consumo de combústivel, maior ou a menor carga de poluentes nos gases pelo escape.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Senna e sua paixão por motos
O
ano era 1977. O local, kartódromo de Interlagos, zona Sul de São Paulo. Entre
uma bateria e outra de kart, dois moleques subiam no muro para ver os treinos e
as corridas de moto na pista do Autódromo José Carlos Pace. Um deles, Ayrton
Senna da Silva, dispensa apresentações. O outro, Geraldo “Tite” Simões, hoje
jornalista e instrutor de pilotagem. Relembrando aquele momento, Tite puxou da
memória uma frase do jovem Senna sobre pilotar uma motocicleta: “Tenho muita
vontade de acelerar uma moto, porém tenho muito medo”.
Com o
tempo o medo se transformou em prazer, já que o piloto sempre dava suas
voltinhas de Ducati na madrugada paulistana. Depois, a pedido da família, a
moto só rodava na pista da fazenda, que fica em Tatuí, no interior de São
Paulo. Na Europa, Ayrton circulava de scooter pelo Principado de Mônaco para
não chegar atrasado em seus compromissos, principalmente nos dias que
antecediam o Grande Prêmio.
“Mônaco
era o local onde o Ayrton era mais visto em duas rodas. No travado circuito de
rua, eram várias as curvas que seu carro saia do chão com uma e até duas rodas…
Falando sério: para ir do seu apartamento até os boxes e cumprir a apertada
agenda de um fim de semana de corridas, Senna usava sempre um scooter
vermelhinho. Quem ia na garupa usava, como o Ayrton, um capacete pintado na
mesma cor da motinho. Transporte bem discreto e usado nas suas folgas no
elegante principado,” conta o jornalista Wagner Gonzalez, ex-assessor de
imprensa da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), que por vários anos
trabalhou com Senna na F1.
Ducati Réplica 888
No auge da carreira, Ayrton Senna foi sondado inúmeras vezes pela Scuderia Ferrari. Neste longo namoro que, infelizmente não deu em casamento, ficou um presente: uma Ducati 851 Desmo que, segundo fontes ligadas ao piloto, foi oferecida pela Casa de Maranello com o objetivo de “apimentar” a relação entre o piloto e as máquinas italianas.
De 1991 a 1994, ano em que Ayrton se transformou em mito, só um mecânico trabalhou na rara joia italiana. Antonio Carlos Ferreira Finardi, mais conhecido no meio motociclístico por Spiga. Ele montou o modelo – já que a moto veio em uma grande caixa da Itália – e fez alterações que a deixaram com um melhor desempenho. “Otimizamos o rendimento do motor, sem fazer qualquer alteração interna. O segredo foi a substituição da injeção eletrônica e um ajuste fino. Só nisso ganhamos 26 cavalos de potência”.
Na verdade, a moto foi transformada em uma réplica do modelo 888 usado no Campeonato Mundial de Superbike de 1990, da qual a equipe Ducati sagrou-se campeã com o piloto Raymond Roche. As principais características estéticas desta macchine vestida de vermelho eram o quadro e as rodas pintados de branco, transmitindo um ar mais esportivo e requintado ao modelo italiano.
No auge da carreira, Ayrton Senna foi sondado inúmeras vezes pela Scuderia Ferrari. Neste longo namoro que, infelizmente não deu em casamento, ficou um presente: uma Ducati 851 Desmo que, segundo fontes ligadas ao piloto, foi oferecida pela Casa de Maranello com o objetivo de “apimentar” a relação entre o piloto e as máquinas italianas.
De 1991 a 1994, ano em que Ayrton se transformou em mito, só um mecânico trabalhou na rara joia italiana. Antonio Carlos Ferreira Finardi, mais conhecido no meio motociclístico por Spiga. Ele montou o modelo – já que a moto veio em uma grande caixa da Itália – e fez alterações que a deixaram com um melhor desempenho. “Otimizamos o rendimento do motor, sem fazer qualquer alteração interna. O segredo foi a substituição da injeção eletrônica e um ajuste fino. Só nisso ganhamos 26 cavalos de potência”.
Na verdade, a moto foi transformada em uma réplica do modelo 888 usado no Campeonato Mundial de Superbike de 1990, da qual a equipe Ducati sagrou-se campeã com o piloto Raymond Roche. As principais características estéticas desta macchine vestida de vermelho eram o quadro e as rodas pintados de branco, transmitindo um ar mais esportivo e requintado ao modelo italiano.
“O
Ayrton era muito técnico, tinha a telemetria na cabeça. Um dia ele chegou para
mim e disse: ‘Spiga, a moto perde progressividade entre 6200 e 6300 rpm’. Ele
era um gênio. Um apaixonado por motocicletas”, conta o mecânico que já
trabalhou no Mundial de Superbike e que hoje tem um oficina especializada em
motos importadas em Campinas (SP) – www.spiga.com.br .
Segundo
Spiga, Senna pilotava muito bem a Ducati 888 Réplica na pista de seu kartódromo
em Tatuí. “O pneu só desgastava na parte externa, no limite entre a banda de
rodagem e lateral. Isso prova que Senna adorava contornar curvas em alta
velocidade”, afirma Spiga, dizendo que Ayrton Senna “tinha o dom de pilotar
qualquer tipo de veículo motorizado, seja ele um carrinho de controle remoto,
jet sky, lancha, helicóptero ou até mesmo uma moto superesportiva”, concluí,
saudoso, o mecânico Spiga.
Bellas macchini
Para perpetuar esta extrema e intensa relação com o esportes à motor, duas marcas italianas – Ducati e MV Agusta – homenagearam o piloto com edições especiais e limitadas de suas superesportivas. A primeira foi a Casa de Borgo Panigale. No final de 1994, a Ducati apresentou a 916 Senna, em memória do piloto, mas que havia sido desenvolvida com a aprovação do próprio Ayrton e, é claro, recebeu na fase de projeto alguns “pitacos” do tricampeão mundial de Fórmula 1. Foram fabricadas apenas 300 motos.
A 916 Senna foi equipada com um motor de dois cilindros em “L”, com comando Desmodrômico, 916 cm³ de capacidade e alimentado por injeção eletrônica de combustível. O propulsor gerava 109 cv de potência máxima.
Em 2002, a MV Agusta apresentou a F4 750 Senna, uma obra de arte sobre duas rodas construída com o propósito de arrecadar fundos para o Instituto Ayrton Senna. O modelo trazia o que havia de mais moderno em termos de tecnologia embarcada, além da agressividade de um motor de quatro cilindros em linha que produzia 136 cv de potência máxima.
Em 2006 chegava a F4 1000 Senna, também com motor
quatro em linha, mas 174 cv. A moto tinha um novo sistema de injeção
eletrônica, freios monobloco Brembo, com pinça de fixação radial, e vários
itens construídos em fibra de carbono. A F 4 1000 Senna trazia na suspensão
traseira o revolucionário amortecedor Sachs Racing, que pertencia a mesma
família dos utilizados nos bólidos de Formula 1. Esta foi a forma da marca
italiana homenagear uma lenda.
“Ayrton era uma estrela em um campeonato próprio,
como homem e como piloto, um campeão; um amante da velocidade, mas também um
grande ser humano que prestou atenção em cada detalhe e que buscava constantemente
a perfeição. Ficamos ligados por uma amizade valiosa e sentimentos mútuos de
respeito e admiração.
Quando nos encontramos, nós não apenas falamos
sobre os motores, apesar de Ayrton ser muito atraído por veículos de duas
rodas, mas também de como ajudar crianças menos favorecidas”, afirmou Claudio
Castiglioni – que faleceu em agosto do ano passado -, dono da MV Agusta, no
texto de apresentação da moto que trazia um grande “S” e o sobrenome “Senna”
estampado na carenagem lateral. (Por Aldo Tizzani)
Fonte: Moto Br
Fonte: Moto Br
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