sexta-feira, 23 de março de 2012

Carolina Tavaras é destaque na Newsletter da ACD Group


Esse mês de março a newsletter da ACD Group trás o perfil da gerente comercial da Lider Representações Carolina Tavares.


A administradora de empresas está na Lider desde de 2007  e já participou de eventos por todo o Nordeste e também em São Paulo e no Rio de Janeiro. Esforçada, Carol faz de tudo para atender os desejos dos clientes, orientar os representantes e bater metas junto aos fornecedores, mas mesmo com toda essa dedicação ela não  quer parar por ai '' Em 2012 pretendo fazer alguns cursos para reciclar minha carreira profissional, como uma pós-graduação'' finalizou Carol

sexta-feira, 16 de março de 2012

Oléo: O sangue da sua moto



Imagine o que acontece com o corpo humano caso não tenha sangue suficiente para fazê-lo funcionar. Pense ainda na possibilidade deste mesmo corpo receber um sangue que não seja compatível com o seu.


Com certeza, caso uma dessas duas cenas ocorresse, o corpo humano em questão ficaria seriamente comprometido e, inclusive, poderia parar de funcionar.
Podemos usar esse mesmo exemplo para falarmos do sangue da motocicleta, o óleo. Este item tão importante para manter o bom funcionamento das motos é, por vezes, substituído por um de baixa qualidade ou um inadequado para o modelo da moto ou necessidade da engrenagem.

O mecânico Renato Gaeta explica que existem vários tipos de óleos. E cada um deles é indicado para um modelo de motocicleta e seu componente. “O produto correto tem de cumprir sua missão: a de ocupar o lugar entre as duas peças que se movimentam na moto”.
Porém, muitos motociclistas não sabem direito qual óleo devem usar. “Isso acontece porque o óleo é uma sopa de letrinhas e pode se tornar uma difícil missão aos usuários, já que apresentam diferentes especificações, densidades e tipos”, explica Gaeta.

Para começar, existem três normas que determinam a espessura do óleo: S (Service),-- C (Comercial – motores a diesel) e G (Gear, engrenagem). Além disso, os óleos seguem as normas determinadas por três países: Estados Unidos, França e Japão. “O óleo mais utilizado é o com nomenclatura S. E ele não vem sozinho. Está acompanhado de outras letras. Um óleo SC, por exemplo, tem mais aditivos do que um SB”, explica Gaeta.

É importante ressaltar que quanto mais as motocicletas e seus motores evoluem, mais os óleos têm de melhorar. Por isso, além de ter de acompanhar o desenvolvimento das motos, os fabricantes têm de conhecer as necessidades de cada modelo.

Hoje encontramos diversas nomenclaturas nos óleos. O 20W50, por exemplo, significa que a densidade desse óleo é 20 e, quando esquenta, sobe para 50. “Quanto mais moderno é o motor, mais moderno é o óleo. Ele tem de acompanhar. Por exemplo, o 10W40 é mais fino, penetra muito melhor em lugares mais delicados”. “Algumas motocicletas exigem três tipos de óleo no mesmo motor e isso deve ser cumprido à risca”.

Gaeta explica também que hoje em dia o óleo com base mineral é o mais usado. Mas o correto seria utilizar semissintético, pois apresenta um equilíbrio melhor na questão dos aditivos.


É importante o motociclista saber que cada motor tem um óleo específico, um sangue específico, e é necessário atender o que cada moto precisa. “A pior coisa é economizar no óleo”, aconselha Gaeta. Antes de fazer a troca de óleo, procure a especificação no manual do proprietário.


Fonte: Revista Anfamoto

sexta-feira, 2 de março de 2012

Setor de duas rodas deve continuar crescendo em 2012



O segmento fechou o ano de 2011 com um saldo positivo. A meta agora é manter esse crescimento consistente


O mercado de motos no Brasil é promissor e ocupa o quinto lugar entre os maiores do mundo em 2011 foi, sem dúvidas, um bom ano para o setor de duas rodas.Os dados da Abraciclo - Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares - que mostram um aumento de 16,8% na produção de motocicletas em relação a 2010, são prova disso. No ano passado foram fabricadas 2.137.147 novas motos no País.
O aumento na produção é reflexa das vendas. Ainda segundo a Abraciclo, o número de emplacamentos em 2011 alcançou 7,6% passando de 1.804.011 para 1.940.297 unidades novas circulando pelo País.

E olha que esse aumento nas vendas poderia ter sido ainda maior, acredita Roberto Akiyama, presidente da Abraciclo, não fossem as medidas preventivas adotadas pelo governo: '' Com maior rigor na liberação do crédito, o usuário de motocicleta, majoritariamente das classes C e D, tem dificuldade para conseguir o financiamento, o que freou as vendas. Passamos por um rigoroso processo de recuperação e de mudança de procedimentos e hoje o mercado cresce de forma mais consistente.

Para 2012 as previsões são boas. A entidade aposta num crescimento de 5% nas vendas e 5% nas produções, somando 2.252.000 motocicletas fabricadas. Um aumento pequeno, mas consistente em relação à crise. '' Nossas projeções para 2012 consideram uma continuidade dos efeitos no setor das medidas governamentais ainda no início de 2012. Devemos salientar os esforços atuais do Governo em reverter essa situação, reduzindo taxas de juros e buscando minimizar os impactos da crise internacional atual'' adianta Akiyama

Já as vendas para o mercado externo devem crescer ainda mais, caso desvalorização do dólar persista. De acordo com previsões da Abraciclo, o mercado em 2012 deve fechar com 98 mil unidades exportadas, uma diferença  de 46% sobre os números esprados em 2011.

Como conseqüência desse crescimento, o mercado de autopeças também deve continuar aquecido, acreditam os representantes do setor.